A morte de uma mosca
Era uma vez um homem que se disfarçou de mosca e que foi pelo bairro depondo os seus excrementos.
Bem, ele tem que fazer qualquer coisa, não é? Disse fulano a sicrano.
Claro que sim, disse de volta sicrano a fulano.
Então, para quê tanto espalhafato? Disse fulano a sicrano.
Quem está a espalhafatar? Estou apenas a dizer que se ele não descer da parede daquele prédio a polícia terá que o abater.
Ah, isso, claro, não há nada mais bonito do que uma mosca morta.
Adoro moscas mortas, o modo como me fazem lembrar os indivíduos que encontraram o seu destino.
(Tentativa de tradução de The Death Of A Fly do grande Russell Edson.)
Bem, ele tem que fazer qualquer coisa, não é? Disse fulano a sicrano.
Claro que sim, disse de volta sicrano a fulano.
Então, para quê tanto espalhafato? Disse fulano a sicrano.
Quem está a espalhafatar? Estou apenas a dizer que se ele não descer da parede daquele prédio a polícia terá que o abater.
Ah, isso, claro, não há nada mais bonito do que uma mosca morta.
Adoro moscas mortas, o modo como me fazem lembrar os indivíduos que encontraram o seu destino.
(Tentativa de tradução de The Death Of A Fly do grande Russell Edson.)


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