De um mail enviado por um amigo
(...)
Tive mais um dos meus sonhos esquisitos. Estavam uns gajos numa esplanada e começaram a chover dedos. Diz um gajo:
- estão a chover dedos. o são pedro deve estar a arrumar os restos da criação, as peças que sobraram.
- pois estão a chover dedos - diz o outro. - Olha a minha chávena de café. E mostra a chávena de café com um dedo lá dentro.
- porra, entornou-te o café todo.
- o pior não é isso: sujou-me a camisa para a entrevista.
nesse momento, cai um par de sapatos. um sem abrigo corre para o par de sapatos e grita, desolado:
- ora foda-se: estão cheios de pés lá dentro.
então, começam a cair caras:
- olha também caem cabeças de nabo - diz alguém
- e tomates e pepinos - diz outro, facecioso.
enfim, estavam a cair do céu os mais diversos pedaços de pessoas, era o que era.
(...)
Tive mais um dos meus sonhos esquisitos. Estavam uns gajos numa esplanada e começaram a chover dedos. Diz um gajo:
- estão a chover dedos. o são pedro deve estar a arrumar os restos da criação, as peças que sobraram.
- pois estão a chover dedos - diz o outro. - Olha a minha chávena de café. E mostra a chávena de café com um dedo lá dentro.
- porra, entornou-te o café todo.
- o pior não é isso: sujou-me a camisa para a entrevista.
nesse momento, cai um par de sapatos. um sem abrigo corre para o par de sapatos e grita, desolado:
- ora foda-se: estão cheios de pés lá dentro.
então, começam a cair caras:
- olha também caem cabeças de nabo - diz alguém
- e tomates e pepinos - diz outro, facecioso.
enfim, estavam a cair do céu os mais diversos pedaços de pessoas, era o que era.
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