die größte Angst



Sabemos desde o início que Aguirre é uma viagem às trevas, mas o que o filme de Werner Herzog nos dá é mais perturbador e ambíguo: uma sensação permanente de sufoco e aperto (isso que a palavra angústia descreve, tão perto da Angst alemã). Enquanto descem o rio (em busca de quê?), não há um único momento em que se possa respirar, tudo oprime — os sentimentos mais vis, os gestos cobardes, a paisagem bravia, a luz desconcertante, e, para além ainda, a suspeita de que a força que une estes elementos díspares não é contraditória.


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