Sábado, Junho 26

Ao ouvir a história de Shirin, lembrei-me de Berenice e de Godard (rien n’est plus contraire à l’image de l’être aimé que celle de l’état — Rimbaud, Histoire(s) du Cinéma, 4b. Les signes parmi nous).
Mas não era preciso nada disso, creio, para compreender logo que Shirin é um filme político — o mais político e o mais comovente que eu vi nos últimos anos.