Pombos selvagens
Ele nada mais fez do que arremessar uma seta ao ar. A seta subiu, subiu, subiu, até desaparecer no azul profundo do céu. Depois, pendurou o arco nas costas e abriu o guarda-chuva. Em poucos segundos começaram a chover patos, gaivotas, pombos selvagens, uma infinidade de pequenos pássaros e uma máquina enorme e malfeita.
Jacob fechou o guarda-chuva e abriu o saco. De costas dobradas (apesar da artrose), abeirou-se de tudo aquilo e, em silêncio, com método, recolheu um pássaro após outro, e, por fim, a máquina. Recolheu tudo, à excepção dos pombos selvagens, que permaneceram tristemente abandonados pelo chão.
Explicarei isso depois. Lembrem-me disso.
Jacob fechou o guarda-chuva e abriu o saco. De costas dobradas (apesar da artrose), abeirou-se de tudo aquilo e, em silêncio, com método, recolheu um pássaro após outro, e, por fim, a máquina. Recolheu tudo, à excepção dos pombos selvagens, que permaneceram tristemente abandonados pelo chão.
Explicarei isso depois. Lembrem-me disso.


1 Comments:
eu preciso da explicação.
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