Sábado, Fevereiro 28

It dreams, like a dog in its basket, of hares in the open.


À noite, depois de apagar as luzes e fechar os olhos, imagino que Arab está no meu quarto. Dadas as condições — o escuro da casa, a minha e a sua imobilidade —, não posso garantir que ele não está virado para o ângulo de confluência das paredes, como é da sua natureza. Ou então: que ele está e não está ao mesmo tempo precisamente aí. Com o casaco azul e o turbante branco.

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Por mais que me esforce, não consigo imaginar o movimento contínuo do Elevador. É demasiado concreto e a imaginação abstracta. Para isso tenho de adormecer primeiro.