Terça-feira, Junho 3

Boa tarde a todos, amigos e inimigos


Agora a sério: desconheço os movimentos contabilísticos da Cinemateca Portuguesa (por exemplo: poderia uma parte do financiamento do estado ser desviada para outros sítios?), mas mesmo assim as declarações de João Bénard da Costa parecem-me demasiado cínicas (a partilha é uma coisa muito bonita). Também desconheço as 2200 pessoas que assinaram o documento (se calhar não frequentamos as mesmas salas). Tudo isto me soa a uma velha conversa de surdos. No fundo, trata-se apenas e sempre de dinheiro e poder (e desinteresse). Três quilos e meio de ameixas, dois quilos de cenouras...