Renata von Holleben
Por uma combinação bizarra e ocasional de circunstâncias, um cavalo entrou no paraíso. Mas não é o caso do cavalo que eu quero contar agora, isso fica para outra vez. Para ser inteiramente franco, conheço mal a história do cavalo e eu não gosto de falar de coisas que mal conheço.
Quero antes contar a história do galo que punha trinta e dois ovos frescos todos os dias. Chamava-se Frederik Kilciauskas e vivia não muito longe de Kerj. Certamente os leitores pensaram que me referia a Virgil Harbeck; mas não. Enfim, muito gostaria eu de saber como é que um galo punha trinta e dois ovos frescos todos os dias. Bom, mas isto também não passa de uma bagatela.
A minha verdadeira intenção era falar das tenras orelhas de Renata von Holleben, cujos lóbulos, tão suaves e redondos, dão vontade de morder e apertar ao de leve entre os dedos.
Quero antes contar a história do galo que punha trinta e dois ovos frescos todos os dias. Chamava-se Frederik Kilciauskas e vivia não muito longe de Kerj. Certamente os leitores pensaram que me referia a Virgil Harbeck; mas não. Enfim, muito gostaria eu de saber como é que um galo punha trinta e dois ovos frescos todos os dias. Bom, mas isto também não passa de uma bagatela.
A minha verdadeira intenção era falar das tenras orelhas de Renata von Holleben, cujos lóbulos, tão suaves e redondos, dão vontade de morder e apertar ao de leve entre os dedos.


2 Comments:
Rui, escreves bem pa caraças! E sao textos divertidos, como eu gosto. Fresquinhos e surpreendentes, mas nunca como uma "galinha industrial". :)
assino sob comentário acima!
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